terça-feira, outubro 31, 2006

 

CARTA ABERTA AO BES

Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existênciado posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outrodesses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.Funcionaria desta forma: todos os meses os senhores e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria,farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantirianenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço dealta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer produto adquirido(um pão, um remédio, uns litros de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preçode mercado.Que tal?Pois, ontem saí do meu BES com a certeza que os senhores concordariam com taistaxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. Opadeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço deembrulhar ou ensacar o pão, assim como, todo e qualquer outro serviço. Além disso, impõe-me taxas. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardarpão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muitacordialidade e muito profissionalismo, claro. Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o queocorreu comigo no meu Banco.Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto do negócio bancário.Os senhores cobraram-me preços de mercado. Assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazemcobrando-me apenas pelo produto que adquiri.Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobraram-me uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso aopão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, ossenhores cobraram-me uma "taxa de abertura de conta".Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura dapadaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrira padaria.Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios".Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam"por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveuantecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhorescobraram-me uma taxa de 1 EUR.Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina darua".A surpresa não acabou: descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre- uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhanteàquela "taxa por guardar o pão quente".Mas, os senhores são insaciáveis.A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhoresse devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações do v/. Banco.Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei umfinanciamento ou se vendi a alma?Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário émuito diferente de uma padaria. Que a v/.responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, queos riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e nada poderem fazer, tudo o que estão acobrar está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Bancode Portugal.Sei disso.Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, quenão conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito maiselevados.Sei que são legais.Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremosdepois para cobrar da mesma forma.
Vitor Pinheiro

sexta-feira, setembro 08, 2006

 

Mais uma vez - Era uma vez



Era uma vez um país onde qualquer pessoa que tire um curso de apanhador de borboletas em 3 anos (diga-se de extrema importância para o Supremo Tribunal) pode chegar aos quadros da função publica (talvez daqui a 6 meses). Um país onde as reformas só podem vir aos 65 anos porque não há euros-pilim-guito....
Qualquer semelhança desse país inventado com este cantinho luso à beira mar plantado, é pura coincidência...
A realidade supera qualquer boa ficção!

terça-feira, julho 11, 2006

 

A teia

Quando cheguei de férias, tinha uma multa no meu carro. Mas esta multa foi indevidamente passada, pois tenho selo de morador que me isenta do pagamento do estacionamento.

Embora o erro tenha sido da PSP, fui resolver o problema e para tal dirigi-me à PSP. Quando expus a situação, foi-me dito peremptoriamente que a multa já estava com a DGV e como tal, quando a multa chegasse a casa, teria de esclarecer o assunto com a DGV. No entanto, chegou a multa, não da DGV mas da PSP, mas para uma morada antiga, a ser levantada nos CTT. Dirigi-me aos CTT a fim de solicitar o envio da multa de um posto dos CTT para outro. Foi-me dito que como tinham passados mais de 3 dias desde a entrega da multa, que esta tinha sido devolvida ao remetente, ou seja, à PSP.
Resumindo, ao querer resolver esta situação que tem origem na incompetência de um qualquer PSP, vejo-me envolvida nesta teia de entidades que vão empurrando o problema, umas para as outras...

Aguardam-se as próximas etapas da resolução deste problema...

sábado, julho 08, 2006

 

Os primeiros candidatos a ir para a rua!

Estado paga a 1.830 funcionários requisitados pelos sindicatos...

Os primeiros dados oficiais sobre os destacamentos de funcionários públicos indicam que 1830 trabalhadores são pagos pelo Estado para trabalhar nas organizações sindicais, segundo indica o semanário Expresso.

Como é possível que não sejam os associados mas sim os contribuintes a pagar os funcionários dos sindicatos. Quando todos estão contra as regalias e as reformas dos políticos surge mais esta notícia.

Assim não há défice que resista.

sábado, junho 24, 2006

 

Menino Guerreiro

Santana Lopes regressa ao Parlamento....


É preciso nunca esqueçer!!!!! 3m22s de pura emoção.

sexta-feira, junho 02, 2006

 

Temos Homem!

O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou hoje a Lei da Paridade, aprovada pelo PS e BE em Abril, e que obriga os partidos a incluir pelo menos um terço de mulheres nas listas candidatas às eleições.

Este é o primeiro veto de Cavaco Silva desde que tomou posse, a 09 de Março.

Esta lei não lembra a ninguém. Boa!!!

quinta-feira, maio 18, 2006

 

Manifesto da culpa dos outros

Moção ao Congresso do PSD!
"A política é a arte de impedir as pessoas de se meterem naquilo que lhes diz respeito"
Paul Valery (1871-1945)

As sondagens
A opinião sobre a credibilidade dos estudos de opinião tem de variar proporcionalmente ao resultado que determinado estudo nos atribui. Se a sondagem é boa então ?demonstra que o povo português reconhece o trabalho que temos desenvolvido?. Se a sondagem é má lembre que ?nós não trabalhamos para as sondagens?. Não se preocupe em, de tempos a tempos, contrariar-se. O mais provável é que ninguém se lembre do que disse ontem.
De resto, só há dois tipos de sondagens: aquelas que nos dão a vitória e as aldrabadas. E como os outros tipos são uns malandros ultimamente só saem sondagens aldrabadas. Queixe-se do assunto. Várias vezes. Toda a gente sabe que as sondagens aldrabadas aldrabam a opinião que as outras pessoas têm sobre nós.
Comunicação social
Toda a gente sabe que a comunicação social está contra nós. Toda a gente. Sempre esteve. Desde setenta e quatro que os socialistas controlam a coisa. ?Eles são muito bons nisso?. Por muito marmanjões que um tipo nomeie para lá, a ganhar uns milhares valentes, a comunicação social estará sempre contra nós. Por vezes nem nos dá a possibilidade do contraditório.
Não há direito que dêem manchetes e manchetes às propostas do governo (vilmente gamadas dos nossos programas eleitorais) e a nós nos deixem num cantinho de uma página par só porque nada de novo temos para acrescentar. Não pode ser! A comunicação social tem de ser isenta! Tem de ser imparcial!
Acresce ainda que só há dois tipos de jornalistas. Os nossos amigos e os amigos dos outros. Um jornalista só é bom na exacta medida em que está disposto a participar na visão extraordinária que temos para o país.
A unidade
O partido é muito unido. É como uma grande família. Não existem inimigos internos nem tão pouco embirrações pessoais. No máximo dos máximos admitem-se algumas diferenças?mais na forma do que propriamente no conteúdo?mas nada de muito importante.
E é assim mesmo que tem de ser. Como nos clubes de futebol. A nenhum benfiquista lhe passa pela cabeça assobiar o Moretto só porque ele deu um frango do tamanho dos frangos do Ricardo. Claro que não. O rapaz é dos nossos, mesmo que seja o pior guarda-redes da história do futebol profissional e amador.
Não se assobia a equipa. Pelo menos em público. Se no final do jogo você decidir ir ao parque e furar-lhe os pneus às escondidas isso é um problema seu, apesar de tudo eticamente mais aceitável.
Sempre que possa vinque a sua unidade ao partido e a unidade do partido. Aproveite o momento para lembrar as ditas diferenças. Tacitamente fica-se melhor posicionado para a liderança que se segue.
O discurso
Concorde com o líder. Repita que ?estou com ele?, várias vezes, até que lhe cortem a palavra. Um congresso é sempre tempo de fumar o cachimbo da paz e enterrar o machado da guerra nas costas do malandro.
Mesmo que tenha preparado uma claque organizada saiba que ele há coisas que garantem sempre uns aplausos, mesmo que o tenham posto a falar às quatro da manhã. Por exemplo, fale em ?regressar ao espírito do PSD de Francisco Sá Carneiro?, lembre ?a capacidade reformista e empreendedora de Cavaco Silva? e defenda a nova bandeira da ?credibilidade?. Seguindo a mesma linha termine concluindo que é necessário ?renovar o partido?.
O hobbie
Os hobbies intelectuais, tipo ler e escrever, são chão que já deu fruta. É claro que todos os políticos têm de gostar muito de ler mas agora os tempos são de homens que gostam de ler dinâmicos, de homens que gostam de ler de acção, homens que gostam de ler e que façam?jogging. E não podemos desvalorizar esta coisa do jogging. Jogging é muito bom para a fotografia.
Antes de Sócrates já personalidades como Tony Blair e Bill Clinton deram a conhecer-se às massas pelas suas correrias. Guterres ainda tentou duas ou três vezes, mas reparou que se despenteava. Mas isso não interessa. O que realmente interessa é que o jogging é uma marca registada da terceira via.
A confiança
É sabido que o governo começou uma campanha para dar confiança aos portugueses na economia nacional. Essa campanha começou há muito. O primeiro-ministro, por exemplo, tem demonstrado pessoalmente que quase todos os portugueses têm tempo e dinheiro para passar férias caras várias vezes por ano.
As ideias
?Discutir ideias? é uma coisa que assenta bem em qualquer político e um sucesso garantido nas próximas temporadas. Nem é preciso ter ideias, basta discutir a discussão de ideias. Se você é um caciqueiro desavergonhado que só pensa no tacho do vizinho, dizer que se quer discutir ideias é coisa para elevar o debate e a sua cotação no aparelho. Quanto mais repetir a frase, mais longe chegará.
Afinal, o que faz falta ao país são as ideias. Talvez uns livros brancos sobre as ideias. Talvez umas comissões independentes onde as ideias possam ser discutidas. Mas acima de tudo, ideias. Nem é preciso ter uma inteira. Basta metade, talvez um quarto, e também pode ser gamada. Na realidade basta dizer que se tem. O ónus da prova recai sobre a outra parte. E não se preocupe com a ideia do vizinho. A sua ideia é do tamanho exacto da sua garganta.
O teórico
Tudo tem conta, peso e medida e não vale a pena exagerar muito na conversa das ideias. Duas ou três ideias e um tipo é logo chamado de ?teórico?. Toda a gente sabe que isso é o pior que pode acontecer a um político. O lugar dos teóricos e nos gabinetes de estudos a produzir documentos que ninguém vai ler. Um ?teórico? não tem votos e como não tem votos ninguém o vai convidar para um lugar giro. Os teóricos são como os contabilistas. Servem para estar em caves e usam óculos porque não vêm a luz do sol. Um ?teórico? não é um ?político?.
É verdade que um ?teórico? pode acabar na televisão e nos jornais a receber uma milada para dizer mal do próprio partido mas, infelizmente, essa vaga já está ocupada.
As moções
Não perca muito tempo com isso. Está para nascer o militante que alguma vez vá ler uma moção. Não é uma questão de preguiça. Claro que não! Mas você sabe o trabalho que dá estar num congresso? Uma pessoa tem de falar aos amigos, negociar lugares em listas, recolher subscrições e mandar umas larachas por sms . Quem tem tempo para ler moções? Ninguém lê moções. Garanto-vos. Dá para dizer o que quiser que, como se vê, ninguém vem cá ler o que está escrito.
Mas atenção, as moções são como as ideias. Mesmo que ninguém se interesse pela sua, você tem de ter pelo menos uma. Basta uma. Qualquer coisa rabiscada. O que custa é a primeira. Daí para a frente é só copy paste.
A opinião
Não é assim tão grave que o partido mude de opinião várias vezes durante um ano. Sobre a OTA, TGV, a regionalização, o aumento dos impostos, as farmácias e mais as creches. Na verdade, ninguém se lembra o que o partido disse sobre determinada matéria ontem, se é que disse, quanto mais há seis meses atrás. A nossa opinião tem de estar subjugada aos mais altos interesses da agenda mediática e da estratégia eleitoral. Se há votos para ganhar então temos de os ganhar. Afinal, se não for para chegar lá nem adianta andarmos por cá. A comunicação
Como é que uns tipos giros, engomadinhos, que não levantam muitas ondas e até têm imensas ideias engraçadas, perdem eleições ou têm maus resultados nas sondagens? Se nós até somos fantásticos, como é que os outros não percebem logo isso. Simples: comunicação! Vamos assumir isto de uma vez por todas. O nosso problema é a comunicação. Sempre foi. Toda a gente sabe.
Por exemplo. Nós prometemos que íamos descer os impostos. Chegámos lá e a primeira coisa que fizemos foi aumentar os impostos. Caiu o Carmo, a Trindade e o governo nas sondagens. Quase três anos mais tarde os socialistas fazem a mesmíssima coisa e não lhes acontece nada?
O que têm os socialistas que nós não temos? Vangelis, um brasileiro e alguém que saiba trabalhar com powerpoint. Isso é comunicação política.
A oposição
Da oposição espera-se que diga que só há dois tipos de ministros neste governo: os que só fazem asneiras e os que não fazem nada. Da oposição espera-se que denuncia os circos montados para propaganda, que confronte, que critique, que apresente soluções alternativas, que grite bem alto: o rei vai nu e o país não tem mais quatro anos para desperdiçar.
É exactamente por ser isso que eles estão à espera que nós não podemos cometer esse erro. Nós não seremos cúmplices na denúncia da incompetência do governo ou no desgaste da sua imagem. Não. Nem pensar. Nós somos credíveis e não vamos entrar nesses fait divers.
Para além do mais a verdade é que não temos muito jeito para fazer oposição. O PSD é um partido de governo. Serve para governar. Temos é ideias para isso. Temos é projectos para isso. Nós temos é perfil de governantes e não de oposicionistas. Está é tudo pronto para esse dia.
Por enquanto temos de ser pacientes. Fazer a nossa travessia sem esquecer que, por causa do sol, quem veio do deserto apresenta-se sempre com melhores cores. Esperar, porque eles não assim tão bons e mais cedo ou mais tarde vão cometer um erro qualquer. Nesse dia será, outra vez, a nossa vez. A pátria, compungida, agradece.
O povo
A culpa é da crise,das sondagens,da comunicaçãoda conjuntura,da retoma,dos jornalistasda comunicação social, e, especialmente, do povo.
Sim! O povo. Sempre com as suas preocupações egoístas com o seu bem-estar e o futuro do país. Sempre obcecados pelo pormenor. Que teima obstinadamente em não perceber o que é melhor para ele. É preciso dizer a verdade: se o país tivesse outro povo, o partido já estava no governo.

sexta-feira, maio 05, 2006

 

Comunismo

A revista financeira norte-americana Forbes coloca o Presidente cubano, Fidel Castro, na sétima posição da lista dos dez governantes mais ricos do mundo, com uma fortuna calculada em 900 milhões de dólares.
A lista, divulgada hoje, é constituída pelos dez governantes ou soberanos mais ricos do planeta e é encabeçada pelo rei da Arábia Saudita, Abdulã Bin Abdelaziz, sendo-lhe estimada uma fortuna à volta dos 21 mil milhões de dólares.
Para os investigadores da revista, a fortuna do presidente cubano cresceu enormemente nos últimos anos, uma vez que em 2003 tinha cerca de 110 milhões e dois anos depois 550 milhões.

Afinal compensa....

terça-feira, abril 25, 2006

 

Fruta para dormir arquivada!

O Ministério Público não encontrou razões para formular uma acusação contra o presidente do FC Porto e restantes arguidos no caso que envolveu o jogo entre os dragões e o Estrela da Amadora, dirigido por Jacinto Paixão. Todos os arguidos foram ilibados.

Mais uma vez, muita parra e pouca uva!!!

 

Simplex?!

Continuo a preferir Durex!!!!

segunda-feira, abril 24, 2006

 

Simplex?!

Continuo a preferir Durex!!!!!

quinta-feira, abril 20, 2006

 

Portugal quase estagnado num mundo em expansão!

Portugal é, entre as economias classificadas como "avançadas" pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), aquela que piores indicadores económicos deverá apresentar durante este ano.As previsões publicadas ontem no relatório de Primavera pela entidade sedeada em Washington colocam Portugal como o país, entre os 29 mais ricos do mundo, em que a taxa de crescimento económico será menor este ano e, como se não bastasse, o segundo que irá registar maiores desequilíbrios tanto na balança externa como na orçamental. E mesmo ao nível da taxa de desemprego, indicador em que tradicionalmente a comparação internacional era mais favorável, a posição conseguida por Portugal em 2006 é já na metade da tabela com um valor mais elevado.
Mais um choque de realidade!

 

Suflê

O boletim da Primavera do Banco de Portugal, apresentado por Vítor Constâncio, é uma verdadeira desilusão para aqueles que iam embalados na sucessão de «happenings» reformistas do nosso Governo e pelo coro dedicado aos mesmos por parte da comunicação social. Depois de um ano de sacrifícios e reformas, a despesa do Estado subiu, o défice estrutural aumentou e, não fosse o aumento brutal dos impostos que todos sentimos, o descalabro seria ainda maior.

Ontem, graças ao relatório do Banco de Portugal, muitos começaram outra vez a acordar da ilusão do sonho do país tecnológico e renovado!

segunda-feira, abril 17, 2006

 

Esquerda vs. Direita

Das poucas diferença que ainda vai havendo... fica esta!!!!
Segundo dados divulgados pela Direcção-Geral do Orçamento, no âmbito do acordo de divulgação de dados com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a carga fiscal em Portugal - que mede o peso das receitas fiscais e das contribuições efectivas para a Segurança Social no produto interno bruto (PIB) - passou de 34,2% em 2004 para 35,2% em 2005.Esta subida de um ponto percentual no peso dos impostos e contribuições na economia é uma das mais fortes registadas em Portugal.
Nos últimos 20 anos, de acordo com a Comissão Europeia, apenas por quatro vezes a variação anual deste indicador foi idêntica ou superior a um ponto percentual do PIB. A última vez que foi superior foi em 1999, ano em que a carga fiscal portuguesa aumentou 1,1 pontos percentuais do PIB.

quinta-feira, abril 13, 2006

 

Trabalhar cansa!!!!

A vida de deputado é muito difícil!!!!!!
Mais de metade dos deputados - quarenta por cento da maioria socialista e dois terços da bancada do PSD - faltaram às votações de ontem à tarde no Parlamento, inviabilizando-as por falta de quórum.

A maioria estava no entanto no início da sessão, mas terá abandonado o Parlamento após ter assinado o livro de presenças. Não se verificou o quórum de deliberação, que corresponde a mais de metade dos 230 deputados, o que obrigou o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, a encerrar a sessão sem que decorressem as votações agendadas.

De acordo com o secretário da mesa da Assembleia da República Fernando Santos Pereira, deputado social-democrata, sem contar com as 13 ausências por missão ao estrangeiro, faltaram às votações 107 deputados, 50 do PSD, 49 do PS, 5 do CDS-PP, 2 do PCP e um do BE.

Assinaram o livro de presenças quase todos os deputados do PS, 114 em 121, a maioria dos social-democratas, 52 em 75, 10 dos 12 deputados comunistas, 9 dos 12 do CDS-PP, 7 dos 8 parlamentares do BE e os dois deputados de «Os Verdes».

Contudo, no final da sessão estavam presentes apenas 66 socialistas, 21 deputados do PSD, 8 do PCP, 6 do CDS-PP, 7 do BE e dois de «Os Verdes», estando em missão parlamentar ao estrangeiro 6 socialistas, 4 social-democratas, dois deputados comunistas e um democrata-cristão.

sábado, março 25, 2006

 

O estado que alimenta o estado!

Os próprios diplomatas são dos principais beneficiários do Fundo para as Relações Internacionais, que deve apoiar em primeiro lugar as comunidades portuguesas emigrantes.
Na lista de subsídios atribuídos pelo Fundo para as Relações Internacionais (FRI) no segundo semestre de 2005, verifica-se que as maiores fatias vão para a Associação Mutualista Diplomática Portuguesa (Mudip), que é uma entidade privada para complementos de reforma e despesas de saúde dos diplomatas.
Em seis meses, recebeu cerca de 385 mil euros, num total de 1,7 milhões atribuídos. No primeiro semestre, já tinha recebido 436 mil euros.
Ainda bem que pagamos impostos!

sexta-feira, março 24, 2006

 

É bom é para os outros!

O Governo deverá manter os actuais 18 governadores civis até 2009, recusando assim uma das recomendações da comissão técnica do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), segundo a edição de hoje do Diário Económico.
O jornal recorda que a comissão técnica do PRACE sugeriu a redução do número de governadores civis para cinco, correspondendo às cinco regiões-plano.
Afinal a comissão técnica não serve... começou!

sexta-feira, março 17, 2006

 

Eça agora!

«Temos ouvido cantar a democracia, berrá-la, soluçá-la: é tempo de a vermos demonstrar. Deixemos no bengaleiro a nossa perpétua inclinação nacional de escutar odes - e entremos só com a tendência humana de resolver problemas».

Eça de Queirós, Maio 1871.

domingo, março 12, 2006

 

Nem 20!

Mais de 100 organismos públicos podem ser extintos
A Comissão Técnica propôs ao Governo a extinção ou fusão de 114 organismos públicos, segundo um relatório a que o Jornal de Notícias teve acesso.
Nem sei porque razão se fazem estas comissões, no fim nunca se implementam as suas propostas. Neste caso acho que nem 20 serão extintos...

quinta-feira, março 09, 2006

 

A nossa águia foi maior que o pássaro deles...


Eu estive lá!!!!!!

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