terça-feira, abril 26, 2005

 

Direito à Esperança

O discurso de ontem do Srº presidente da República é um momento político marcante.
Ainda antes dos adormecidos meios de comunicação social nacionais, é o PR a decretar o fim do estado de graça do governo socialista.

Por trás da cortina do aborto, dos congressos partidários, da revisão constitucional, dos referendos, jaz um governo inoperante, amorfo, mudo sobre os problemas reais dos portugueses.

Os poucos sinais de vida têm sido preocupantes e o PR refere as suas preocupações.
E fá-lo de uma forma clara e objectiva. Mais do que é habitual. Desta vez não é preciso fazer extrapolações das suas palavras, está tudo lá.

A revisão do PEC, e a maior margem orçamental daí resultante, não pode ser desperdiçada nas SCUTS e no complemento de pensões. Promessas eleitorais que só no primeiro ano ultrapassam os 1200 milhões de euros a inscrever no lado da despesa do Orçamento Geral do Estado.
É necessário investimento estruturante que crie riqueza.

Não podemos aumentar a despesa social, porque o país não o comporta.

É necessária uma política de verdade para com os portugueses.

Esperamos todos que as dúvidas do PR sejam positivamente esclarecidas no Orçamento Rectificativo. Esse sim o verdadeiro programa de governo de Sócrates.

Se assim não for, toquem os sinos a rebate, aproximam-se quatro anos de governação anémica e empobrecimento do país.

Para Portugal seria fatal.

Comments:
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