quinta-feira, junho 30, 2005

 

Com o Sócrates no Governo,

o Barroso na Comissão Europeia,

e o Guterres na "Comissão dos Refugiados",

Nós fugimos para onde?


quarta-feira, junho 29, 2005

 

Outra vez o aborto

O governo já encontrou a solução para todos os seus problemas.

Sempre que se verifica uma trapalhada, se revela a incompetência, aumenta a contestação, o eng. Sócrates tira da cartola não um coelho, mas sim o referendo do aborto.

Deste modo, além de anestesiar a sua esquerda que ao ouvir falar da realização do referendo do aborto, esquece de imediato os problemas do país, define uma agenda politica artificial para o país, iludindo desse modo o país.

O referendo sobre a interuupção voluntária da gravidez é um assunto demasiado sério para servir de cortina de fumo. Assim como são demasiado sérios os problemas que o país actualmente enfrenta para que, pura e simplesmente não sejam discutidos.

 

O eclipse

O PS receia as falhas de Pinho na execução do plano de investimentos do estado.

Pois percebe-se! O Ministro da Economia não existe. Com a mesma rapidez com que apareceu na cena política, se eclipsou.

Ninguém, à excepção dos seus companheiros do Grupo Espírito Santo o conheciam e apenas esses o continuam a encontrar algures nos corredores do poder económico?

 

A desorientação do governo

Fosse o governo de Santana Lopes a cometer as incúrias cometidas por este governo na preparação do orçamento rectificativo e o que diria o presidente da república e a comunicação social?

De facto há em Portugal dois pesos e duas medidas!

Mas a questão mais relevante no meio desta trapalhada nem é essa. A questão essencial diz respeito ao facto de o governo ter revelado manifesta incompetência na forma como preparou o orçamento rectificativo, ao ter procedido à incorrecta inscrição de despesas na alteração orçamental.

Mas mais grave ainda parece-me ser o facto de esta alteração ao orçamento de 2005 revelar um aumento do peso do Estado na Economia, ou seja prever um aumento da despesa pública.

Tendo sido afirmado que a execução do orçamento de 2005 acarretaria no final do ano um défice de 6,8%, cabe agora perguntar qual será o défice no final do ano com o aumento de despesa previsto no documento.

Por outro lado, pergunta-se para onde é que tal aumento de despesa será canalizado, conhecendo-se as medidas já anunciadas de corte no regime da função pública e de corpos especiais da administração do Estado.

Além de que o aumento da despesa introduz uma opção política que a meu ver é errada. O peso do Estado na economia tem de diminuir e não aumentar. O Estado deve deixar de desenvolver as tarefas em que é claramente ineficiente, ao invés de promover o aumento da despesa.

terça-feira, junho 28, 2005

 

E esta!!!!

O ministro das Finanças reconheceu hoje a existência de ?deficiências? num quadro do relatório que acompanhou a proposta de Orçamento rectificativo entregue à Assembleia da República, mas garantiu que as incorrecções não impedem a discussão ou aprovação do diploma.

Por outro lado, foram detectadas duplicações que se traduziram num empolamento de algumas rubricas. Segundo Campos e Cunha, esta situação levou a que a despesa total ultrapassasse o equivalente a 50 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o que aconteceria pela primeira vez nos últimos 30 anos.

Com isto apenas posso dizer: Viva o Rigor!!!!

quinta-feira, junho 23, 2005

 

Afinal os ministros são pessoas normais...

Então não é que para desculpar a sua inacreditável "gaffe" a Ministra da Educação veio dizer que os ministros são pessoas normais! A sério Sr.ª Ministra? Fantástico...

O problema é que não parece provável que uma pessoa "normal" faça as afirmações que a Ministra fez! Então os Açores não fazem parte integrante da República Portuguesa?? Sinceramente! Talvez seja o caso de comprar e ler a Constituição para desfazer os equívocos!

Se fosse noutro Governo... era uma vez uma Ministra! Mas neste é só mais uma "gaffe"!
Viva os políticos de qualidade!...

 

A Comissão Europeia e os seus pareceres sobre a política orçamental portuguesa (resenha histórica)

Citacao de Rodrigo Moita de Deus no acidental

Com Pina Moura ? Queremos expressar a nossa admiração pela coragem do governo português em implementar estas medidas e na determinação que tem demonstrado para resolver o problema do défice.

Com Guilherme Oliveira Martins - Queremos expressar a nossa admiração pela coragem do governo português em implementar estas medidas e na determinação que tem demonstrado para resolver o problema do défice.
Com Manuela Ferreira Leite - Queremos expressar a nossa admiração pela coragem do governo português em implementar estas medidas e na determinação que tem demonstrado para resolver o problema do défice.
Com Bagão Félix - Queremos expressar a nossa admiração pela coragem do governo português em implementar estas medidas e na determinação que tem demonstrado para resolver o problema do défice.
Com Campos e Cunha - Queremos expressar a nossa admiração pela coragem do governo português em implementar estas medidas e na determinação que tem demonstrado para resolver o problema do défice.

terça-feira, junho 21, 2005

 

As listas de espera

O Ministro da Saúde afirma não estar "nada preocupado" com o facto de 224 mil pessoas se encontrarem em lista de espera para cirurgia.

O Ministro afirma ainda que "este número até é positivo"... Pasme-se! Existem 224 mil pessoas que aguardam pela realização de uma cirurgia, e o Ministro responsável afirma que 224 mil pessoas é um número positivo.

Palavras para que?

sábado, junho 18, 2005

 

ah pois é!

«A Europa está numa crise profunda», Jean-Claude Juncker, Presidente em exercício da UE

sexta-feira, junho 17, 2005

 

Haja esperança

Nem tudo é desgraça.

Quem teve a oportunidade de ouvir a entrevista da Dra. Manuela Ferreira Leite percebeu que há, no PSD alternativa séria a este governo.

 

A contestação começou

Ao fim de 100 dias a contestação começou.

Os sindicatos da administração pública inundaram a Avenida da Liberdade.

O estado de graça terminou!

 

Os 100 dias

Completam-se hoje 100 dias sobre a data da tomada de posse do governo.

Embora ainda não seja esta a hora de fazer balanços, a verdade é que estes 100 dias são uma amostra do que teremos e do que não teremos durante esta legislatura.

Ao fim de 100 dias os portugueses não conhecem ainda uma ideia sobre um vasto conjunto de matérias tão importantes para o futuro do país como sejam a saúde, a educação, o ensino superior.

Ao fim de 100 dias os portugueses ainda não sabem o que o governo pensa sobre o papel do Estado na sociedade portuguesa.

Ao fim de 100 dias o que os portugueses sabem é que o governo faz marketing politico ao invés de governar.

O que os portugueses sabem é que este é um governo sem ideias, sem projecto, sem objectivos, sem rumo.

Esperemos, a bem de Portugal, que o rumo se altere.

 

Uma grande Senhora

Em entrevista ontem à noite na RTP 1, Ferreira Leite afirmou que o Governo utilizou erradamente as conclusões do relatório final da comissão liderada por Victor Constâncio, que estimou um défice orçamental para este ano de 6,83 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). "Existiu desonestidade política por parte do Governo", por fazer "uma encenação" com a estimativa de défice orçamental para 2005.

O défice "não tem motivos para ser superior a 5,6 ou 5,7 por cento [do PIB]", disse, acrescentando que os 6,2 por cento apontados já "decorrem das opções políticas deste Governo".

Afirmou também que está em "total desacordo" com a opção do Governo de aumentar os impostos e considera que as expectativas de aumento da receita não serão cumpridas.

Apesar das críticas, a ex-ministra disse que o programa do Partido Socialista (PS) está a aproximar-se do que o PSD defendia quando foi ministra, com excepção para as auto-estradas sem custo para o utilizar (SCUT) e para a decisão de não se recorrer a receitas extraordinárias. Mas mesmo nestas duas questões, Ferreira Leite disse prever que o PS vai mudar e que se trata apenas de uma questão de tempo.

Ontem fiquei com a certeza absoluta que o maior erro de Barroso foi não ter passado o n.º 2 do governo a n.º1.

quarta-feira, junho 15, 2005

 

Afinal não eram 500...

Ontem o Director Nacional da PSP veio dizer que afinal, e depois de algumas investigações (que ainda não terminaram porque ainda ninguém foi preso!!!), o "arrastão" que causou o pânico na praia de Carcavelos não era composto por 500 jovens. Antes só 30, 40 ou 50!!! (ainda não é certo!)

Estes números realmente já se aproximam mais dos brasileiros que têm "mais experiência" na matéria.

Mas então porque é que a polícia não veio dizer isso no dia? Como é que não foi imediatamente desmentido e rectificado o n.º avançado pela comunicação social? Talvez se tivesse evitado pelo menos a publicidade internacional tão negativa sobre o nosso País!

Só não percebo como é que ninguém é responsabilizado. Não há um responsável político que vá para a rua! Se fosse a alguns meses atrás... caía o Ministro... ou mesmo o Governo!

Mas muda-se o Governo... mudam-se as vontades!

terça-feira, junho 14, 2005

 

Jackson ilibado de todas as acusações

Afinal não é só em Portugal que ninguém fez mal aos miúdos!

 

Sócrates bate Santana

O Governo socialista realizou mais de mil nomeações nos primeiros dois meses e meio de mandato, número que ultrapassa as nomeações feitas pelo Executivo de Santana Lopes no período comparável.


segunda-feira, junho 13, 2005

 

Adeus

Temos o dever de memória para com a nossa história. Goste-se ou não do partido, goste-se ou não da pessoa, Alvaro Cunhal foi sem dúvida uma incontornável figura do panorama político português.
Este blog é plural e quem o escreve é parcial. Tal como o Mocho, também admiro Alvaro Cunhal. Não partilho as suas convicções nem as suas ideologias, mas admiro a energia e determinação no perfil de resistência patriótica que coerentemente veio a traçar ao longo da sua vida.
Por tudo isso aqui fica este post.
Há coincidências estranhas na vida, e entre a morte de Vasco Gonçalves e Alvaro Cunhal comemorou-se o 20º aniversário da adesão de Portugal ao projecto político europeu, curiosamente numa altura em que a construção europeia está periclitante entre o Sim e o Não de um tratado constitucional, capaz de tornar estes tempos de
reflexão para encontrar soluções adequadas à manutenção da união...
Fica a homenagem ao triplo homicidio do tempo dos últimos dias.
Vasco Gonçalves
Alvaro Cunhal
Eugenio de Andrade


"Como se a noite viesse e te levasse,
eu era só fome o que sentia;
digo-te adeus, como se não voltasse
ao país onde o teu corpo principia."

(Eugenio de Andrade"

 

Até Amanhã Camarada!

A homenagem feita por quem te admirava!

domingo, junho 12, 2005

 

A culpa não é de ninguém!

Mais um caso em que a culpa morreu solteira, o Ministro não tem culpa, o director nacional da PSP não tem culpa, a culpa foi das pessoas quer foram à praia!!!!

Para além disso obtivemos imensa publicidade internacional...

Combater a insegurança é um objectivo portugal.

quinta-feira, junho 09, 2005

 

Também tu Sócrates!!!!

José Sócrates reuniu com o presidente da Câmara de Benavente para desbloquear o empreendimento do Grupo Espírito Santo quando era ministro do Ambiente. O autarca garante que recebeu o despacho da ?Nova Setúbal? como exemplo para resolver o caso Portucale nesse encontro com Sócrates e Capoulas Santos, que na ocasião tutelava a Agricultura


quarta-feira, junho 08, 2005

 

A malta do défice

Processo por défice excessivo contra Portugal vai ser lançado

A Comissão Europeia vai lançar no dia 22 deste mês um processo por défice excessivo contra Portugal, devido à previsão de um défice de 6,2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) no final do ano.

Os responsáveis pelas Finanças da Zona Euro analisaram situação orçamental dos três países da UE com maiores défices (Portugal, Itália e Grécia) e também de outros três que já estão numa fase adiantada de preparação do orçamento para o próximo ano (Aústria, Holanda e Alemanha).

Os ministros das Finanças da Zona Euro deverão pronunciar-se sobre os procedimentos contra Portugal e Itália na reunião de 11 e 12 de Julho.

É mesmo verdade, as políticas dos governos do PSD não tinham processos por défice excessivo, as do PS têm!!!!

domingo, junho 05, 2005

 

A Malta da Turma

O ministério da Justiça aumentou em 35 por cento do ordenado de 35 juízes do mesmo curso do secretário de Estado da Justiça.

O PÚBLICO apurou que o aumento com efeitos retroactivos representa um acréscimo de cerca de dois milhões de euros nas despesas do Ministério da Justiça.

O problema da subida do escalão para o 135 dos 83 juízes, que ingressaram nos tribunais administrativos e fiscais após uma formação de seis meses, é antigo e já foi analisado pelos ex-ministro Celeste Cardona e Aguiar Branco. Durante o mandato deste ultimo, apurou o PÚBLICO, chegou a ser equacionada a subida de escalão mas sem efeitos retroactivos. A ideia acabaria por ser abandonada, devido ao veto do Ministério das Finanças com dois fundamentos: rigor orçamental e por ausência de fundamento legal.
E o défice upa upa!!!!!

sábado, junho 04, 2005

 

Outro Bom Ministro

O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, acumula duas reformas com o salário de membro do Governo, revela hoje o semanário "Expresso", equiparando a situação do socialista à do seu colega das Finanças, Campos e Cunha.
Segundo o jornal, Mário Lino acumula não uma reforma mas duas com o salário de membro do Governo.Uma das reformas é proveniente de um fundo privado, do extinto IPE, e a outra é uma pensão de reforma da Segurança Social, que resulta da "actividade profissional, com descontos para o regime geral, que teve durante toda a vida", explicou fonte oficial, próxima do ministro, ao"Expresso".

sexta-feira, junho 03, 2005

 

OS DELIRIOS DO FREITAS

O MNE brindou-nos ontem com uma declaração verdadeiramente fantástica.

Afinal provavelmente já não teremos referendo sobre o tratado constitucional europeu!

Então mas não era unânime que se afigura fundamental o esclarecimento dos portugueses sobre o processo de construção europeia, e que a Europa se constrói com os cidadãos e blá, blá, blá, blá?

Como português não me sinto confortável pelo facto de a minha posição sobre o processo de construção europeia não puder ser expressa, porque os franceses se lembraram de votar não.

Os portugueses tem o direito a ser informados sobre a Europa e a dizerem o que pensam.

O processo de contrução europeia não pode ser desenvolvido numa qualquer sala em Bruxelas por 15, ou 25 srs. por muito iluminados que sejam.

É bom que o PSD não embarque nesta maluqueira do MNE e que o bom senso impere.

 

O Bom Ministro!

Luís Campos e Cunha, ministro de Estado e das Finanças, acumula o ordenado de 6759 euros com uma reforma do Banco de Portugal (BP) no valor de 114 mil 784 euros anuais (cerca de 23 mil contos).

O "plano de pensões de reforma e sobrevivência" aplicável aos membros do conselho de administração do BP (plano III), que permite ao actual ministro a pensão de 114 mil euros anuais, entrou em vigor em Fevereiro de 1998, graças à nova lei orgânica do banco. O ministro das Finanças era António Sousa Franco. E foi Sousa Franco quem, por proposta do conselho de administração do BP, criou este novo regime de pensões contributivo. António Sousa e Luís Campos e Cunha ocupavam, nessa data e respectivamente, aos cargos de governador e vice-governador do banco central. Aos membros do conselho de administração basta concluir um mandato para beneficiar do regime do Fundo de Pensões do BP.

Em 2004, Luís Campos e Cunha declarou rendimentos que totalizam 216 300 euros. Os rendimentos de trabalho dependente renderam menos de metade do total: 101 516 euros. A pensão paga pelo Fundo de Pensões do Banco de Portugal foi superior aos rendimentos obtidos por Campos e Cunha enquanto professor catedrático de Economia da Universidade Nova de Lisboa (UNL). O ministro foi director da Faculdade de Economia daquela universidade publica.
Aqui está mais um contributo para combater o défice!

quinta-feira, junho 02, 2005

 

O NÃO DA HOLANDA

Recebi a noticia, sem surpresa mas com preocupação, do resultado do referendo ao Tratado Constitucional Europeu, (TCE), na Holanda.

Sem surpresa, na medida em que infelizmente, a agenda dos dirigentes politicos, em Portugal como na Europa, não coincide com as preocupações dos cidadãos.

Com preocupação por 3 ordens de razões:

1. É o segundo resultado negativo em menos de uma semana, o que poderá criar um ambiente preocupante relativamente ao TCE e, como tal, contagiar o sentido de voto do eleitorado de outros países, (designadamente em Portugal).

2. Ao contrário do que aconteceu em França, na Holanda não me parece que o eleitorado se tenha motivado, fundamentalmente por razões de politica interna.

3. A Holanda é um país por natureza e por tradição europeista.

É fundamental que os responsáveis europeus reflitam sobre o significado do NÃO holandês e fracês, e tenham a capacidade de suster aquilo que poderá significar um retrocesso grave no processo de construção europeia.

Para um europeísta convicto como é o escriba deste humilde escrito, o resultado holandês é verdadeiramente preocupante.

É importante que todos aqueles que acreditam no processo de construção europeia se esforcem por esclarecer os portugueses, e ajudem a evitar que Portugal cometa o grave erro de votar maioritariamente NÃO ao TCE.

quarta-feira, junho 01, 2005

 

O PEC

O país aguardava com ansiedade a apresentação pelo governo da actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento.

Esperava-se que naquele documento o Governo apresentasse uma estratégia sólida, credivel e consistente, para a resolução do défice das contas públicas.

Acontece que da análise do documento apenas resultam previsões catastrofistas da evolução da economia nacional.

Nem uma linha sobre a estratégia que o país deve adoptar para solucionar o problema do défice.

O Governo limitou-se a actualizar o programa já apresentado pelo anterior governo, alterando, apenas os valores relativos à previsão da evolução da economia nacional.

O que é manifestamente preocupante.

O Governo iniciou a legislatura a reboque do BE acerca da questão do Aborto. Durante um mês o país esteve mergulhado na questão de saber se realizariamos referendo em Portugal sobre a liberalização do aborto.

Após o chumbo do PR o Governo apressou-se a retirar a tanga do armário e a reeditar o discurso catastrofista do défice. O país esperou 15 dias para saber o resultado do Relatório Constâncio.

Após a sua apresentação o PM foi à AR dizer que o anterior governo é responsável pela actual situação e coitadinhos de nós que estamos sem alternativas e teremos de subir os impostos, embora tivessemos prometido exactamente o contrário.

Aguardámos mais uma semana para conhecer a estratégia global do Governo e... afinal temos uma mão cheia de nada.

Este Governo já demonstrou a sua habilidade para gerir factos politicos... Agora Governar e resolver os problemas do país... isso é que já não é com eles.

Onde é que já vimos este filme?

This page is powered by Blogger. Isn't yours?