quinta-feira, setembro 08, 2005

 

Portugal e o SEE

A redefinição das regras remuneratórias dos gestores públicos aprovada hoje em Conselho de Ministros visa fundamentalmente introduzir transparência na gestão das empresas públicas.
Mas não será que tal objectivo se alcançaria de forma mais eficaz através da saída do Estado de determinados mercados?
Fará sentido que o sector empresarial do Estado represente em Portugal uma percentagem relevante do PIB quando o país é obrigado a cortar despesa social?
E entendamo-nos: se o Estado tem empresas públicas porque não sujeitá-las às mesmas regras a que estão sujeitas as empresas privadas? Ao nível do comportamento nos mercados, mas também ao nível do recrutamento e remuneração dos gestores... Assim deixariamos de ter o Sr. Armando na CGD e o Dr. Gomes na Galp.
Ou será que alguém imagina o Banco Santander a contratar o Sr. Amando Vara para a sua administração, ou a Iberdrola a nomear o Fernando Gomes.
Isso é que era carago. Ai carago não carago!

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